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“Entre ecos e corpos” é uma exposição de interseção entre vídeo, cinema e tecnologia como formas de experimentação no campo das artes visuais. Com sete artistas de Santa Catarina e Paraná que trazem a imagem em movimento como meio de expressão não heteronormativa, a exposição propõe um olhar descentralizado sobre narrativas LGBTQIAPN+. Entre a infância, fé, identidade e repressão, os três trabalhos que compõem o projeto falam sobre a construção das normas e formas de habitar o mundo, apostando no espaço artístico como lugar íntimo, de confronto, de festa e pertencimento.

A exposição circulará em abril e maio nas cidades de Criciúma e Joinville no espaço online durante 1 ano.

“ENTRE ECOS E CORPOS” EXPOSIÇÃO REÚNE VÍDEOS SOBRE MEMÓRIA, CORPO E IDENTIDADE EM CRICIÚMA E JOINVILLE

Com programação gratuita nas duas cidades, exposição coletiva também ganha versão online

 

Durante todo o mês de abril e maio, Criciúma (SC) e Joinville (SC) recebem a exposição “Entre Ecos e Corpos” reunindo três trabalhos que atravessam narrativas sobre memória, corpo e identidade. Com abertura  em Criciúma (SC) na quinta-feira dia 15 de abril às 19h30, na Sala Edi Balod – Espaço de Exposições e Laboratório de Artes Visuais da Unesc e na cidade de Joinville (SC) na sexta-feira dia 24 de abril às 19h30, na Galeria do CAD da Univille (Curso de Artes Visuais e Design) a exposição propõe uma experiência imersiva entre cinema, instalação e artes visuais contando com conversa de abertura em todos os espaços.

 

A exposição apresenta três obras em formato de video, “Vem de berço”, “O Porão” e “do peito da pele” que dialogam com temas como infância, religiosidade e construção de identidade, a partir de narrativas íntimas e atravessadas por questões coletivas, principalmente no contexto interiorano com a participação de artistas catarinenses e paranaenses.

 

Além dos espaços físicos das galerias em contextos de estudantes de arte, a exposição amplia-se para o espaço digital em uma exposição online que terá live de abertura e conversa com os artistas no dia 28 de abril, 19h30, e  duração de 1 ano no endereço: ombuproducao.com/ecos.

 

O projeto, contemplado com o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2024, tem a curadoria de e Gabi Bresola e a expografia pensada pelo arquiteto Julio Gubert. A produção é realizada em parceria com a Ombu Produção e o Coletivo Rachadura Visual, iniciativas que atuam no desenvolvimento de projetos artísticos independentes, com foco em processos colaborativos e experimentação de linguagens.

 

“A proposta surge a partir de três trabalhos concebidos por Rudolfo Auffinger em diálogo com outros artistas que investigam as formas de existência em contextos não metropolitanos, e neste caso em específico, sobre as vivências não heteronormativas. Tocam em questões da infância, de descobertas de identidade e auto percepção. (...) Propostas de vídeo que ficam entre o cinema e as artes visuais em espaços expositivos e digitais deslocando suas formas de exibição e interação com o público.”, explica Gabi Bresola, curadora da proposta.

 

“É a primeira vez que meus trabalhos saem da tela do cinema e alteram sua lógica. Conectar realidades da região de Joaçaba que estão presentes nas obras e dialogar com cidades maiores nos faz entender que estas questões que estão presentes nos vídeos são comuns a todos os lugares, mesmo tendo suas especificidades, estamos falando sobre direitos de existência.” conta o artista Rudolfo Auffinger.

 

AS OBRAS

 

Vem de berço
De Rudolfo Auffinger, com Beatriz Antonella Alves, Flavia Pachelly,, Oliver Pasetti e Wlad Vieira

Em “Vem de berço”, memórias de infância em cidades interioranas se misturam a visões de um possível ultra futuro. A partir de quatro personagens de diferentes gerações, a obra constrói um fluxo contínuo de ações que se acumulam no espaço, criando uma espécie de coreografia do cotidiano inspirada no filme Tango (1981), de Zbigniew Rybczynski.

 

O Porão

De Rudolfo Auffinger
Já “O Porão” traz uma narrativa em primeira pessoa que investiga os limites entre abuso, prazer e desejo. A obra aborda memórias de infância atravessadas por silêncio, tabu e descoberta, trazendo à tona questões sobre sexualidade, escuta e formação. Entre cartas, arquivos e lembranças fragmentadas, o filme expõe o modo como histórias íntimas são contadas ou ocultadas e as dificuldades de comunicação sobre sexualidade.

 

do peito da pele

De Keythe Tavares, Francisco Mallmann, Rudolfo Auffinger

A partir do poema “o que faremos com ele”, de Francisco Mallmann, a religiosidade é atravessada por uma perspectiva crítica e sensível ao refletir sobre a presença da moral cristã nas experiências individuais. Em diálogo com vivências marcadas por contextos evangélicos, a instalação propõe uma ressignificação simbólica a partir de uma estética que mistura elementos litúrgicos e referências da arte pop LGBTQIAPN+ brasileira.

CRICIÚMA

Abertura: 15/04, quarta-feira, 19h30 com conversa

Visitação: até 07/05 de segunda a sexta-feira das 13h-19h

Local: Sala Edi Balod

[Av. Universitária, nº 1105, Bairro Universitário, Criciúma/SC]

 

JOINVILLE
Abertura: 24/04, sexta-feira, 19h30 com coquetel e  conversa 

Visitação: até 24/05, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h e das 18h30 às 22h

Local: Galeria do CAD - Curso de Artes Visuais e Design da Univille 

[Rua Paulo Malschitzki, nº 10,  Zona Industrial Norte, Joinville/SC]

 

ONLI NE
Abertura: 28/04, terça-feira, 19h30

ombuproducao.com/ecos

 

Gratuito

Classificação: 16 anos

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