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ACERVO ÊGLE

Acervo Eglê foi elaborado durante a produção do filme Eglê, dirigido por Adriane Canan. O telefilme de documentário utiliza o arquivo de Eglê Malheiros como parte constituinte da narrativa cinematográfica. Para isso, parte do acervo recebeu tratamento arquivístico. Diante do volume e valor histórico de todos os materiais acessados, a equipe de tratamento arquivístico do filme desenvolveu o projeto Acervo Eglê que, com a colaboração da família de Eglê, pretende dar continuidade e ampliar o trabalho de salvaguarda desse extenso e rico material. O  projeto compreende a triagem, higienização, catalogação, classificação, pequenos restauros de conservação preventiva, digitalização e acondicionamento do acervo de mais de três mil itens, entre manuscritos, originais, documentos e fotografias de Eglê Malheiros.

Sobre Eglê Malheiros:
Cursou Direito na Faculdade de Direito de Florianópolis e concluiu o Mestrado em Comunicação (UFRJ). Foi professora do Instituto Estadual de Educação, onde lecionou História; teve atuação em todos os momentos do Grupo Sul, onde publicou o seu primeiro livro de poemas (Manhã, 1952; Edições SuI); mais tarde surgiram outros livros, como Vozes veladas (1996) e Os meus fantasmas (2002). Com Salim Miguel, escreveu o argumento e roteiro de O preço da ilusão, primeiro longa-metragem realizado em Santa Catarina. Também atuou como co-roteirista das produções cinematográficas A cartomante e Fogo morto. Trabalhou como tradutora, roteirista de cinema e na Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da qual foi diretora-secretária. Foi, também, uma das editoras da revista Ficção (1976/79).Tem trabalhos inéditos e esparsos em órgãos de imprensa. Atualmente é funcionária aposentada do serviço público e vive em Brasília.

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